POEIRA E COUNTRY No final dos anos 70 eu era fã de um programa de rádio chamado “Poeira e Country”, que começava às 6h da matina na Eldo Pop (futura 98 FM), no Rio, com o DJ Luiz Augusto (”com mucho gusto”, dizia ele). Começava com um galo cantando e era ótimo para começar o dia. Gravei vários programas em fitas cassete. Pena que as fitas foram para o beleléu. Pelas fitas que eu tinha — e que ouvia repetidamente infinitas vezes — dava para perceber que alguns programas eram gravados direto de emissoras americanas, pois no final de algumas músicas eles cortavam meio abruptamente quando entrava o locutor local. Em uma das canções ao vivo que eu mais gostava, o cantor começava ensinando a plateia a marcar o ritmo no backbeat. E depois emendava na clássica “Jambalaya”, interpretada pela Nitty Gritty Dirt Band. Depois de muitos anos sem ouvir essa rara versão, acabo de encontrá-la no Spotify: https://open.spotify.com/track/1p41uBwIuOU6iG5neRvKVF Só agora que fiquei sabendo que se trata da p...
acho que é mesmo um babazeu.
ResponderExcluirVoto em ambos.
ResponderExcluirNuma época em que tudo é smartphone, cada vez mais as pessoas serão menos "smarts" e vão tentar aparecer para ter algum ganho com isso: um convite para talk-show, por exemplo, com direito a exibir-se para uma rede mais ampla.
ResponderExcluirSe o gaiato estivesse debaixo de uma lona, seria um artista. Se estivesse relatando alguma novidade "techie", seria repórter. ;-) O duro é que, tanto no caso do babaca aí em cima, quanto no caso do tal repórter, amanhã ninguém vai se lembrar do que viu.
C@T, a provocação tem um objetivo: estou apenas tentando mostrar como nossa visão é preconceituosa, em primeiro lugar, e como tudo em nossas vidas virou espetáculo. Com isso, a seriedade acabou sendo coisa de chatos. Legal é expor-se e legais são aqueles que se esforçam para tanto.